A visita institucional ampliou a interlocução entre a OAB-PI e o Portal 180graus, aproximando a entidade representativa da advocacia piauiense da direção do veículo de comunicação.
O diretor-geral do Portal 180graus, Helder Eugênio, recebeu, na manhã desta terça-feira (25/08), o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí (OAB-PI), Raimundo Júnior, durante uma visita institucional à sede do veículo.
O encontro também contou com a participação do diretor-jurídico do Grupo Eugênio, o advogado Rony Torres. Na ocasião, os representantes conversaram sobre temas relacionados ao exercício da advocacia, ao fortalecimento das instituições e a pautas de interesse do Piauí.
Raimundo Júnior está à frente da OAB-PI no triênio 2025-2027. Com mais de 20 anos de atuação profissional, o advogado assumiu a presidência da Seccional após vencer as eleições realizadas em 2024, quando obteve 51,81% dos votos válidos.
Foto: 180graus.
Desde o início da gestão, o presidente tem colocado entre as prioridades da entidade a defesa das prerrogativas profissionais, a valorização da advocacia e a ampliação do diálogo com advogados e advogadas tanto de Teresina quanto dos municípios do interior do estado.
A visita institucional também ampliou a interlocução entre a OAB-PI e o Portal 180graus, aproximando a entidade representativa da advocacia piauiense da direção do veículo de comunicação e abrindo espaço para o debate sobre temas de interesse da sociedade.
Em algum lugar entre North Vancouver e Xangai, a relações públicas e diretora de marketing do grupo 180 Graus, Laine Eugênio descobriu que o desconhecido não era necessariamente um perigo.
Viajar, para Laine Eugênio, começa muito antes do embarque. Relações públicas e diretora de marketing do grupo 180 Graus, ela gosta de estudar destinos, organizar roteiros, escolher hotéis e pesquisar restaurantes, mas sem transformar o planejamento em uma regra rígida.
Em entrevista ao Boletim Brio, Laine contou como as viagens começaram ainda na adolescência e ajudaram a ampliar sua independência e sua visão de mundo. Aos 15 anos, fez um intercâmbio em North Vancouver, no Canadá. Aos 20, encarou um desafio ainda maior: morar em Xangai para estudar mandarim.
Apaixonada pela Ásia, ela também falou sobre a Tailândia, revelou que o Japão será seu próximo destino internacional e compartilhou dicas para quem quer organizar melhor uma viagem. Entre os conselhos, um deles não tem relação com passagens ou hospedagem: escolher bem quem vai viajar ao seu lado.
Confira os principais trechos da entrevista concedida ao Boletim Brio:
Boletim Brio: Quem é Laine Eugênio por Laine Eugênio?
Laine Eugênio: Acho que uma das coisas que mais me definem são as dualidades da minha personalidade. Sou inquieta, mas extremamente planejadora. Gosto de ter tudo organizado, mas não gosto de monotonia.
Faço planos, crio roteiros e penso nos detalhes, mas também adoro mudar tudo quando aparece uma ideia melhor. Gosto de conforto, mas preciso de novidade. Sou muito dedicada ao trabalho, mas faço questão de viver e aproveitar tudo o que existe fora dele.
Acho que sou essa mistura de controle e espontaneidade, intensidade e leveza. Gosto de saber para onde estou indo, mas não necessariamente de seguir sempre o mesmo caminho. E acredito que a vida fica muito mais interessante quando a gente coleciona histórias, não apenas destinos.
Boletim Brio: Qual destino mais transformou sua maneira de enxergar o mundo?
Laine Eugênio: Foram dois momentos muito marcantes, mais pelas experiências que proporcionaram do que pelos destinos propriamente ditos.
O primeiro foi aos 15 anos, quando fiz meu primeiro intercâmbio para North Vancouver, no Canadá, para cursar parte do High School. Foi também minha primeira viagem sozinha. Naquela idade, aquilo abriu um mundo de possibilidades.
Foi meu primeiro contato com a experiência de morar fora, conviver com outra cultura, conhecer pessoas de vários lugares e conquistar uma independência que eu ainda não conhecia. Foi tão especial que mantenho amizades daquela época até hoje.
O segundo momento foi aos 20 anos, quando fui para Xangai estudar mandarim. Talvez tenha sido a experiência mais desafiadora. Às vezes, até hoje me pergunto de onde tirei coragem para ir.
A barreira da língua era enorme. A alimentação, o fuso, os costumes, tudo exigia adaptação. E estamos falando de uma China muito diferente da que encontramos atualmente.
Voltei ao país cerca de dez anos depois e pude perceber essa evolução. Foi quase como conhecer dois momentos completamente diferentes do mesmo lugar. No fim, as duas experiências me ensinaram principalmente a não ter medo do desconhecido.
Boletim Brio: Quais destinos mais surpreenderam positivamente?
Laine Eugênio: A Ásia, de forma geral. Estou apaixonada pela região. Inclusive, minha próxima viagem internacional será para o Japão.
Quando fui para a China pela primeira vez, fui com bastante medo porque era uma experiência muito fora do que conhecia. Hoje é muito mais comum encontrar pessoas viajando para lá, mas naquela época não era tanto.
Morei em Xangai, que é uma cidade extremamente cosmopolita, quase como uma Nova York da China. Eu amo Nova York, então me identifiquei bastante com aquela energia.
Claro que tive dificuldades, principalmente com a alimentação, mas também descobri ótimos restaurantes e uma riqueza cultural enorme. Você realmente se sente mergulhado em uma realidade muito diferente.
Dentro da Ásia, também destacaria a Tailândia. É um destino que reúne praticamente tudo o que gosto em uma viagem: hotéis incríveis, bons restaurantes, vida noturna, compras, natureza e lugares para simplesmente descansar.
É muito versátil. É possível fazer viagens completamente diferentes dentro do mesmo país dependendo do que você procura.
Boletim Brio: Que dicas práticas fazem diferença na organização de uma viagem?
Laine Eugênio: Antes de viajar, gosto de estudar bastante o destino, buscar referências e conversar principalmente com pessoas que já estiveram lá.
Eu amo fazer planejamento de viagem. Para mim, a gente começa a viajar antes mesmo da viagem acontecer, a partir do momento em que compra a passagem.
Escolher hotel, pesquisar o destino, decidir a melhor época, montar o roteiro e procurar restaurantes já fazem parte da experiência.
Uso um aplicativo chamado Wanderlog em praticamente todas as minhas viagens. Dá para concentrar o roteiro em um único lugar: vouchers, reservas de hotéis e restaurantes, passeios, deslocamentos, horários e outras informações.
Mas a maior dica que dou é escolher bem a companhia de viagem. Principalmente em viagens longas, é muito importante estar com alguém que tenha uma vibe parecida, goste de programas semelhantes e tenha um ritmo compatível.
Boletim Brio: Existe algum destino que você recomenda para quem quer viajar sozinho?
Laine Eugênio: Não tenho muito costume de viajar sozinha. As experiências que tive foram durante intercâmbios para estudar. Para turismo mesmo, nunca fiz uma viagem completamente sozinha.
Mas indicaria a Europa, principalmente pela facilidade de deslocamento e pela liberdade. De trem, é possível passar por várias cidades e conhecer culturas completamente diferentes em poucos dias.
Essa facilidade de mudar de cidade, adaptar o roteiro e decidir tudo no próprio ritmo combina muito com uma viagem solo.
Boletim Brio: Existe algum tipo de experiência turística que você não repetiria?
Laine Eugênio: Não diria que existe um lugar que considero superestimado, porque cada destino pode proporcionar uma experiência diferente para cada pessoa.
Mas existem experiências que já vivi e hoje não repetiria. Uma delas é o turismo com animais.
Já nadei com golfinhos, subi em camelos, interagi com elefantes, cobras e felinos e assisti a shows com baleias.
Com o tempo, passei a olhar esse tipo de turismo de outra maneira e hoje não faria mais.
Prefiro experiências que me aproximem da cultura real do lugar, da gastronomia, das pessoas e do modo de viver de cada destino. São justamente essas vivências mais autênticas que ficam na memória.
Boletim Brio: Existe algum lugar para o qual você não voltaria?
Laine Eugênio: Para ser sincera, não tenho um lugar para o qual não voltaria. Todos os países e cidades que conheci têm alguma coisa que me faria retornar.
O que não gosto é de voltar para repetir exatamente os mesmos pontos turísticos e os roteiros mais batidos.
Se retorno a um destino, prefiro conhecer outra versão dele: descobrir bairros diferentes, cidades menores nos arredores, restaurantes novos e lugares que ficaram fora da primeira viagem.
Existem, claro, destinos que não estão na minha lista de prioridades. Afeganistão ou Coreia do Norte, por exemplo, não despertam meu interesse.
Egito e Índia são lugares que considero culturalmente incríveis, mas já ouvi muitos relatos, especialmente de mulheres, sobre a necessidade de ter mais atenção com segurança. Então são viagens que, se um dia fizer, exigirão bastante planejamento. Hoje, porém, tenho muitos outros lugares que quero conhecer antes.
Boletim Brio: Quais são seus três lugares favoritos no mundo?
O auditor do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Leonardo Santana, explicou que o aumento mais significativo no IPTU de Teresina incide principalmente sobre terrenos urbanos, em razão da defasagem histórica nos valores venais. Como exemplo, ele citou um terreno localizado em área valorizada da capital que, em 2019, tinha valor venal de cerca …
O auditor do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Leonardo Santana, explicou que o aumento mais significativo no IPTU de Teresina incide principalmente sobre terrenos urbanos, em razão da defasagem histórica nos valores venais.
Como exemplo, ele citou um terreno localizado em área valorizada da capital que, em 2019, tinha valor venal de cerca de R$ 419 mil e passou a ser avaliado em aproximadamente R$ 7 milhões após atualização parcial — podendo chegar a R$ 14 milhões conforme critérios técnicos completos. Segundo o auditor, essa diferença evidencia a necessidade de correção dos valores.
Ele ressaltou que a atualização será aplicada de forma gradual, com percentual reduzido inicialmente, e que os cálculos ainda consideram fatores de ajuste. Para o tribunal, a medida busca alinhar a tributação à realidade do mercado e promover maior equilíbrio na cobrança do imposto.
Durante a mesma coletiva nesta terça-feira (24/03), o auditor do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Leonardo Santana, afirmou que a maioria dos imóveis residenciais de Teresina será beneficiada com isenção ou redução do IPTU após a atualização proposta. De acordo com os dados apresentados, cerca de 33% dos imóveis são isentos, enquanto outros …
Durante a mesma coletiva nesta terça-feira (24/03), o auditor do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Leonardo Santana, afirmou que a maioria dos imóveis residenciais de Teresina será beneficiada com isenção ou redução do IPTU após a atualização proposta.
De acordo com os dados apresentados, cerca de 33% dos imóveis são isentos, enquanto outros 11% terão redução no valor do imposto. Somados, esses percentuais representam aproximadamente 58% dos imóveis residenciais, o que, segundo o auditor, contraria a percepção de aumento generalizado.
Ele destacou ainda que os maiores impactos de elevação do imposto recaem sobre terrenos urbanos sem utilização adequada, reforçando o princípio da função social da propriedade. Segundo explicou, a medida busca estimular o uso desses espaços e evitar a retenção especulativa de áreas em regiões já atendidas por infraestrutura pública.
Nesta terça-feira (24/03), durante coletiva no Tribunal de Contas do Estado do Piauí, o auditor Leonardo Santana apresentou os critérios técnicos utilizados na análise da atualização do IPTU em Teresina, destacando a complexidade do estudo contratado pela Prefeitura. Segundo ele, o levantamento utilizou metodologias estatísticas avançadas, como regressão linear múltipla e regressão geográfica, para determinar …
Nesta terça-feira (24/03), durante coletiva no Tribunal de Contas do Estado do Piauí, o auditor Leonardo Santana apresentou os critérios técnicos utilizados na análise da atualização do IPTU em Teresina, destacando a complexidade do estudo contratado pela Prefeitura.
Segundo ele, o levantamento utilizou metodologias estatísticas avançadas, como regressão linear múltipla e regressão geográfica, para determinar o valor real do metro quadrado dos imóveis. O auditor ressaltou que o trabalho foi analisado pelo tribunal e considerado consistente do ponto de vista técnico, com base em evidências e parâmetros científicos.
Leonardo Santana também destacou que os dados apontam um cenário de correção de distorções históricas, especialmente na avaliação de terrenos urbanos. Ele explicou que a atualização dos valores venais busca aproximar a realidade do mercado imobiliário, contribuindo para maior justiça fiscal e eficiência na arrecadação municipal.
De acordo com ele, os dados da auditoria indicam que mais da metade dos imóveis será beneficiada com redução ou isenção do imposto, contrariando a percepção de aumento generalizado. O presidente explicou que a proposta busca estabelecer justiça tributária, garantindo que contribuintes de menor renda paguem menos ou sejam isentos, enquanto imóveis de maior valor contribuam de forma proporcional.
Durante coletiva realizada nesta terça-feira (24/03), o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Kennedy Barros, afirmou que a resistência à revisão do IPTU em Teresina está relacionada, em grande parte, à desinformação e à circulação de notícias falsas sobre o tema.
De acordo com ele, os dados da auditoria indicam que mais da metade dos imóveis será beneficiada com redução ou isenção do imposto, contrariando a percepção de aumento generalizado. O presidente explicou que a proposta busca estabelecer justiça tributária, garantindo que contribuintes de menor renda paguem menos ou sejam isentos, enquanto imóveis de maior valor contribuam de forma proporcional.
Kennedy Barros destacou ainda que a atualização do IPTU pode ampliar gradualmente a arrecadação municipal, permitindo maior capacidade de investimento em serviços públicos. Ele alertou que o atual cenário de baixa arrecadação limita a atuação da Prefeitura diante das demandas da população. Por fim, reforçou o papel da imprensa na disseminação de informações corretas e afirmou que, caso as medidas apontadas pelo tribunal não sejam implementadas, o processo poderá avançar para responsabilizações no âmbito do controle externo.
Segundo o gestor, a medida representa um “ato de coragem”, ao enfrentar um tema sensível, mas necessário para o equilíbrio fiscal do município. Ele destacou que a ausência de atualização na política tributária pode configurar renúncia de receita e comprometer a capacidade da gestão de atender demandas da população. Kennedy Barros ressaltou ainda que a auditoria realizada pelo tribunal é baseada em critérios técnicos e científicos, apontando distorções que precisam ser corrigidas.
Nesta terça-feira (24/03), durante entrevista coletiva à imprensa, o presidente do Tribunal de Contas do Estado do Piauí, Kennedy Barros, avaliou como correta e responsável a iniciativa da Prefeitura de Teresina ao encaminhar à Câmara Municipal proposta de revisão da cobrança do IPTU.
Segundo o gestor, a medida representa um “ato de coragem”, ao enfrentar um tema sensível, mas necessário para o equilíbrio fiscal do município. Ele destacou que a ausência de atualização na política tributária pode configurar renúncia de receita e comprometer a capacidade da gestão de atender demandas da população. Kennedy Barros ressaltou ainda que a auditoria realizada pelo tribunal é baseada em critérios técnicos e científicos, apontando distorções que precisam ser corrigidas.
O presidente também enfatizou a mudança de postura dos órgãos de controle, com atuação mais preventiva e concomitante, buscando corrigir falhas na origem. Ele citou exemplos de ações em áreas como saúde, educação e infraestrutura, reforçando que o objetivo do TCE é orientar e evitar erros na gestão pública. Por fim, destacou que a Prefeitura não pode ser acusada de omissão, já que apresentou o projeto, cabendo agora ao Legislativo analisar e deliberar sobre a matéria.
O presidente do CFC afirmou que o caso envolve apenas um processo administrativo, que avaliará conjuntamente a conduta do contador e do auditor responsáveis. “No Banco Master houve duas situações, houve uma abstenção de opinião [em auditoria] e houve momentos em que, durante o parecer do auditor, ele apontou riscos relevantes de crime, de fraude”, explicou ao Poder360.
O presidente do CFC (Conselho Federal de Contabilidade), Joaquim Bezerra Filho, afirmou que a seção paulista do conselho está abrindo procedimento para apurar a atuação de contadores e auditores no caso do Banco Master.
De acordo com Bezerra Filho, o processo vai analisar se os profissionais cumpriram as normas técnicas e o código de ética da profissão. “Nossa função é proteger a sociedade. Não seremos corporativos”, disse em entrevista ao Poder360.
REPRODUÇÃO/YOUTUBE PODER360
O presidente do CFC afirmou que o caso envolve apenas um processo administrativo, que avaliará conjuntamente a conduta do contador e do auditor responsáveis. “No Banco Master houve duas situações, houve uma abstenção de opinião [em auditoria] e houve momentos em que, durante o parecer do auditor, ele apontou riscos relevantes de crime, de fraude”, explicou ao Poder360.
Ele declarou que a auditoria integra um sistema mais amplo de governança e não tem caráter investigativo. Segundo Bezerra Filho, o trabalho do auditor parte da presunção de boa-fé e é realizado com base em escopo previamente definido e por amostragem, a partir das informações fornecidas pela própria empresa. Ele questiona o motivo de esses alertas não terem sido considerados por outros profissionais.
“Agora a pergunta é: por que não leram? Não adianta chegar agora e dizer: ‘Olha, o problema foi a auditoria, o auditor’. Não, ela é parte de um sistema”, afirmou, citando setores como compliance que fazem parte do mesmo conjunto de ações para combater eventuais fraudes.
Bezerra Filho também destacou que o conselho tem limites na apuração de crimes, função que cabe a órgãos como a Polícia Federal, o Banco Central, a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e ao Congresso Nacional.
Segundo ele, a atuação do CFC se restringe à verificação do cumprimento das normas profissionais. “Compete a nós analisar se o contador e o auditor exerceram sua profissão dentro do código de ética e das normas técnicas”, disse.
O presidente do CFC afirmou ainda que o conselho já iniciou procedimentos semelhantes no caso das lojas Americanas, que também tiveram fraudes internas. Segundo Bezerra Filho, a entidade busca fortalecer a confiança pública na profissão contábil e ampliar sua atuação no combate a irregularidades, dentro de suas competências institucionais.
Dados apresentados pelo presidente indicam que o Brasil produz mais de 55 mil pareceres de auditoria por ano para empresas e fundos. Ele destacou que o país tem cerca de 32 mil fundos, número superior ao dos Estados Unidos, sendo a maioria de caráter privado.
O processo seletivo tem como objetivo a formação de cadastro de reserva, a ser utilizado conforme a necessidade do Judiciário. Os Juízes Leigos atuarão nos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública, bem como na Justiça Itinerante, em comarcas de entrância inicial e final.
A Escola Judiciária do Piauí (EJUD) divulgou, nesta quarta-feira (18/03), por meio do Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI), os locais e horários de aplicação das provas da seleção pública para formação de cadastro de reserva de Juiz(a) Leigo(a). O certame será realizado neste domingo (22/03), nas cidades-polo previamente estabelecidas no edital.
Os portões serão abertos às 8h e fechados pontualmente às 8h30. As provas terão duração de 3 horas, sendo aplicadas no horário das 9h às 12h.
IFPI Picos – Avenida Pedro Marques de Medeiros, s/n, Campus Picos, Bloco C, Pantanal, CEP 64065-500, Picos-PI.
Polo Piripiri
IFPI Piripiri – Avenida Rio dos Matos, s/n, Germano, CEP 64260-000, Piripiri-PI.
Os candidatos poderão consultar a sala e o polo de realização da prova por meio da Área do Candidato ou clicando aqui.
Os inscritos devem comparecer ao local com, no mínimo, 1 hora de antecedência, portando caneta esferográfica azul ou preta, de material transparente, comprovante de inscrição e documento oficial de identificação, físico ou digital, com foto e dentro do prazo de validade. Será permitida a entrada apenas com alimentos e água acondicionados em embalagens transparentes.
O processo seletivo tem como objetivo a formação de cadastro de reserva, a ser utilizado conforme a necessidade do Judiciário. Os Juízes Leigos atuarão nos Juizados Especiais Cíveis, Criminais e da Fazenda Pública, bem como na Justiça Itinerante, em comarcas de entrância inicial e final.
Podem participar bacharéis em Direito que sejam advogados com, no mínimo, dois anos de experiência e estejam regularmente inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Não é permitida a participação de candidatos que tenham sido descredenciados do TJPI por conduta incompatível com a função.
De acordo com o edital, o resultado final da seleção pública será divulgado no dia 28 de abril de 2026, com homologação prevista para 30 de abril de 2026, por meio do Diário da Justiça Eletrônico e no site do TJPI. Os aprovados serão convocados por portaria da Presidência do Tribunal. Aqueles que não atenderem à convocação no prazo de até 10 dias úteis serão considerados desistentes.
Na entrevista, a superintendente destacou a importância do FERMOJUPI como instrumento essencial para assegurar investimentos em tecnologia, infraestrutura e capacitação, contribuindo diretamente para a melhoria do atendimento à população: “O FERMOJUPI é fundamental para que o Judiciário piauiense possa acompanhar as transformações tecnológicas e ofereça serviços cada vez mais eficientes, acessíveis e transparentes à sociedade”, ressaltou.
Foi ao ar nesta terça-feira (17/03), o 34º episódio do podcast Frequência Jurídica, o programa de entrevistas do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJPI). A entrevistada da semana foi a superintendente do Fundo Especial de Reaparelhamento e Modernização do Poder Judiciário do Piauí (FERMOJUPI), Chandra Vasques, que explicou o papel estratégico do Fundo no fortalecimento da estrutura e na modernização dos serviços prestados pelo Judiciário estadual. O episódio na íntegra está disponível no YouTube e também no Spotify .
Na entrevista, a superintendente destacou a importância do FERMOJUPI como instrumento essencial para assegurar investimentos em tecnologia, infraestrutura e capacitação, contribuindo diretamente para a melhoria do atendimento à população: “O FERMOJUPI é fundamental para que o Judiciário piauiense possa acompanhar as transformações tecnológicas e ofereça serviços cada vez mais eficientes, acessíveis e transparentes à sociedade”, ressaltou.
Ainda durante o episódio, a servidora enfatizou a importância de garantir com que os recursos sejam destinados à construção de unidades de Justiça no interior do Estado, para viabilizar o acesso da população aos serviços do Judiciário.
O podcast Frequência Jurídica é veiculado semanalmente às terças-feiras, às 13h, na Rádio TJPI e no YouTube, trazendo temas relevantes sobre o funcionamento do Judiciário piauiense e promovendo maior aproximação entre a instituição e a sociedade.