
O Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJPI) deu um passo importante em sua agenda de sustentabilidade ao apresentar a versão inicial do Plano de Descarbonização, uma iniciativa pioneira no Judiciário estadual. O plano, desenvolvido pelo Núcleo de Gestão Socioambiental (NUSA), busca mitigar os impactos ambientais das atividades do Tribunal, alinhando-se às diretrizes nacionais e internacionais de sustentabilidade, e está inserido no Programa Justiça Carbono Zero, instituído pela Resolução nº 594/2024.
O Plano de Descarbonização do TJPI prevê uma série de ações para reduzir a pegada de carbono da instituição, incluindo a eficientização do consumo energético, a redução do uso de papel, o incentivo à mobilidade sustentável e a ampliação de práticas de reciclagem. O NUSA estabeleceu ações eficientes que visam aproximar os servidores das temáticas de sustentabilidade, alinhadas ao macrodesafio da sustentabilidade, da Estratégia Nacional do Poder Judiciário, ao Pacto pela Transformação Ecológica, ao Plano de Logística Sustentável do TJPI (2021-2026) e à Agenda 2030 das Nações Unidas.
A participação dos servidores é considerada essencial para o sucesso do Plano, e para isso serão promovidas campanhas de conscientização, treinamentos e a implementação de boas práticas ambientais no dia a dia do Tribunal. O presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira, destacou o compromisso da instituição em tornar-se um exemplo de sustentabilidade, ressaltando que isso só será possível com o engajamento de todos os servidores.
Nos próximos meses, a versão inicial do Plano de Descarbonização passará por aperfeiçoamentos, após a realização do primeiro inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) e com a contribuição dos servidores e especialistas na área. O TJPI + Sustentável, programa focado na responsabilidade ambiental, social e na governança (ESG), integrará as ações do Plano de Descarbonização, com oito eixos temáticos de atuação, incluindo educação para sustentabilidade, redução do uso de plástico e papel, gestão de resíduos, mobilidade sustentável e consumo responsável.
Fonte: Tribunal de Justiça do Piauí.