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Desa. Maria Célia participa de Encontro Nacional sobre acesso à Justiça e cidadania da pessoa idosa

De acordo com o CNJ, a iniciativa tem como objetivo promover a difusão de boas práticas, alinhar estratégias institucionais e definir pautas prioritárias para o enfrentamento de questões judiciais e extrajudiciais que afetam as pessoas idosas em todo o país.

A desembargadora Maria Célia Lima Lúcio participou, nesta quinta-feira (08/10), do Encontro Nacional de Acesso à Justiça e Cidadania da Pessoa Idosa, realizado no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), em Brasília. Promovido pelo Comitê Nacional da Pessoa Idosa e Suas Interseccionalidades, presidido pela conselheira Noemia Porto, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o encontro integra as ações da Política Judiciária Nacional da Pessoa Idosa, instituída pela Resolução CNJ nº 520/2023.

De acordo com o CNJ, a iniciativa tem como objetivo promover a difusão de boas práticas, alinhar estratégias institucionais e definir pautas prioritárias para o enfrentamento de questões judiciais e extrajudiciais que afetam as pessoas idosas em todo o país.

Acompanhada do magistrado Leonardo Trigueiro e da servidora Núbia Cordeiro, para a desembargadora Maria Célia, a participação no encontro contribui para o fortalecimento das ações do Judiciário voltadas à garantia dos direitos da população idosa.

“É fundamental que o Poder Judiciário esteja atento às necessidades da população idosa e atue de forma articulada para assegurar o acesso à Justiça, a cidadania e a proteção de direitos. O compartilhamento de experiências entre os tribunais permite aperfeiçoar práticas e construir estratégias cada vez mais efetivas”, destacou.

A Política Judiciária Nacional da Pessoa Idosa estabelece diretrizes para a atuação do Poder Judiciário na promoção do acesso à Justiça e na proteção dos direitos das pessoas idosas, considerando também as diferentes condições sociais e as interseccionalidades que podem ampliar situações de vulnerabilidade.

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Nunes Marques avalia julgar ação de soltura de Bolsonaro após a conclusão do 2º turno das eleições

A defesa do ex-presidente protocolou um novo pedido de liminar para anular sua condenação por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes, reforçando uma solicitação anterior apresentada em maio que aguardava análise no gabinete do relator.

O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), sinalizou a interlocutores que avalia julgar a ação que pede a revisão criminal e a soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro apenas após a conclusão do segundo turno das eleições. Exercendo também a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o magistrado busca evitar acusações de interferência no processo eleitoral e o uso político da decisão. 

A defesa do ex-presidente protocolou um novo pedido de liminar para anular sua condenação por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes, reforçando uma solicitação anterior apresentada em maio que aguardava análise no gabinete do relator. Nunes Marques indicou que pretende levar o caso para julgamento no plenário do STF independentemente de quem vença a eleição, sem descartar a possibilidade de conceder uma liminar individual prévia e submetê-la em seguida ao colegiado.

Para que o julgamento ocorra em plenário, o processo precisará ser incluído na pauta pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin. A condenação original de Bolsonaro foi proferida na Primeira Turma com votos de Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, além do voto divergente de Luiz Fux pela absolvição. Com a análise da revisão criminal em plenário, os ministros que não participaram daquele julgamento, como Nunes Marques, André Mendonça, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Edson Fachin, também votarão sobre o tema. Com informações CNN Brasil.

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Tribunal do Júri condena réu a 50 anos de prisão por matar ex-companheira na frente da filha

O crime ocorreu em (19/04) de 2025, na Avenida Aureliano Fernandes de Araújo Neto, nas proximidades do condomínio residencial onde a vítima residia.

O Tribunal do Júri da Comarca de Piracicaba, no interior de São Paulo, condenou W.S.S., de 27 anos, a 50 anos e 7 meses de reclusão em regime fechado pelo feminicídio de sua ex-companheira, de 20 anos. O julgamento foi realizado na quarta-feira (07/10). O réu, que se encontrava preso preventivamente desde a data do crime, teve a prisão mantida e não poderá recorrer da sentença em liberdade. 

O crime ocorreu em (19/04) de 2025, na Avenida Aureliano Fernandes de Araújo Neto, nas proximidades do condomínio residencial onde a vítima residia. A jovem caminhava acompanhada da filha do casal, de 2 anos, quando foi abordada pelo homem, contra quem mantinha medida protetiva de urgência deferida pela Justiça. Após a negativa da mãe em entregar a criança, o investigado desferiu múltiplos golpes de faca contra a ex-companheira. A vítima foi socorrida por moradores e internada no Hospital dos Fornecedores de Cana (HFC), mas faleceu em (24/04) de 2025.

A acusação sustentou que o feminicídio ocorreu no contexto de violência doméstica e familiar, com o acolhimento integral das qualificadoras e agravantes apresentadas pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP): cometimento na presença da filha menor, descumprimento de medida protetiva, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e motivo torpe relacionado à não aceitação do fim do relacionamento. O homem foi localizado e preso no dia do ataque por equipes do 10º Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (BAEP). As informações são do G1.

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Ministro Moraes determina emissão de mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro

Na prática, Eduardo não deve cumprir a pena enquanto estiver no exterior. O ex-deputado é aliado de Trump, e um eventual pedido de extradição dificilmente será cumprido pelo governo norte-americano.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (08/10) a expedição de um mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.

A medida foi determinada após o ministro mandar executar a condenação de Eduardo a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. A pena foi definida no processo que trata do tarifaço do governo de Donald Trump contra as exportações brasileiras.

Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes do ex-parlamentar.

Na prática, Eduardo não deve cumprir a pena enquanto estiver no exterior. O ex-deputado é aliado de Trump, e um eventual pedido de extradição dificilmente será cumprido pelo governo norte-americano.

Ao determinar as medidas, Moraes decretou o trânsito em julgado da ação penal em que Eduardo foi condenado pelo STF, ou seja, o fim da possibilidade de apresentação de recursos.

No mês passado, a Primeira Turma do Supremo rejeitou o recurso protocolado pela Defensoria Pública da União (DPU) para anular a condenação.

O ex-deputado não apresentou defesa particular e foi defendido pelo órgão.

Em junho deste ano, o colegiado concordou com a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e entendeu que há provas para concluir que o ex-deputado articulou o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras para tentar evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Além disso, outras medidas, como a revogação dos vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky, também tiveram o mesmo objetivo, conforme o entendimento da Corte. 

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

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Fachin recebe líder do governo no Senado após reunião com oposição e Alcolumbre

Antes do encontro com Teresa, Fachin se reúne com o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. A

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, recebe a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), nesta terça-feira (06/10), para discutir a relação institucional entre a Corte e o Congresso Nacional. A reunião ocorre dois dias após o primeiro turno das eleições presidenciais e em meio ao aumento das discussões políticas sobre a atuação do Supremo. As Informações são do Metrópoles.
Antes do encontro com Teresa, Fachin se reúne com o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro. A agenda com Marinho foi solicitada pelo parlamentar, que já havia procurado o presidente do STF antes do primeiro turno para apresentar preocupações relacionadas a decisões da Corte com reflexos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pela manhã, Fachin também esteve com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para tratar de assuntos de interesse do Judiciário em tramitação no Congresso.

A sequência de reuniões ocorre em um cenário de pressão sobre o STF, com propostas que podem alterar as competências da Corte e discussões sobre o modelo de indicação e permanência de ministros. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também elevou as críticas ao Supremo e defendeu uma nova discussão sobre a reforma do Judiciário. Entre os temas citados estão os critérios para escolha dos ministros e a possibilidade de adoção de mandatos para integrantes da Corte.

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Alfredo Gaspar diz que Justiça demorou para arquivar acusação de estupro

A acusação havia sido apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) durante uma sessão da comissão.

O deputado federal e candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), Alfredo Gaspar (PL), afirmou que a Justiça demorou para arquivar a investigação sobre uma acusação de estupro feita contra ele durante a CPMI do INSS. A declaração foi dada nessa quarta-feira (7/10), um dia após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o arquivamento do caso a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). 

A acusação havia sido apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) e pela senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) durante uma sessão da comissão. Segundo a denúncia, Gaspar teria mantido relação sexual com uma adolescente de 13 anos à época, que teria resultado no nascimento de uma filha, hoje com 8 anos. O deputado sempre negou a acusação e chegou a pedir ao STF a realização de exame de DNA para afastar a suspeita.

A PGR recomendou o arquivamento por considerar que não havia provas suficientes e apontar contradições nos depoimentos analisados. Gilmar Mendes, relator do caso, acolheu o pedido e determinou o encerramento da investigação. Ao comentar a decisão, Gaspar afirmou que havia dito desde o início que a acusação era falsa e criticou o tempo levado para a conclusão do caso.

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Moraes arquiva investigação contra Marcos do Val e blogueiros bolsonaristas

A Polícia Federal havia indiciado os quatro por suspeitas de obstrução de investigação envolvendo organização criminosa e incitação ao crime.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou, em 4 de setembro, a investigação contra o senador Marcos do Val (Avante-ES), os blogueiros Allan dos Santos e Oswaldo Eustáquio e o influenciador Ednardo Raposo. A decisão acolheu o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou insuficientes as provas reunidas para apresentar denúncia contra os investigados. As Informações são do Metrópoles. 

A Polícia Federal havia indiciado os quatro por suspeitas de obstrução de investigação envolvendo organização criminosa e incitação ao crime. A apuração analisou publicações em redes sociais, registros telefônicos, conversas, dados fiscais e financeiros e depoimentos, além de supostas ações para atingir a imagem de agentes públicos ligados a investigações conduzidas no STF. A PGR reconheceu que houve manifestações ofensivas contra agentes da PF e do Judiciário, mas afirmou que não ficou demonstrada uma articulação estruturada para impedir investigações ou incentivar crimes.

Segundo o Ministério Público, os fatos poderiam se aproximar de crimes contra a honra praticados contra servidores públicos, cuja apuração dependeria de representação ou queixa dos próprios ofendidos. Como isso não ocorreu, a PGR pediu o arquivamento, acolhido por Moraes. O ministro determinou o encerramento do caso, mas deixou aberta a possibilidade de retomada das investigações caso surjam novas provas.

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Albino é condenado a 30 anos pela morte de Mikaele Leite em Maceió

Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que Albino teria oferecido R$ 250 para manter relações sexuais com Mikaele. Segundo a acusação, após a recusa da jovem, ele passou a persegui-la até cometer o assassinato.

O réu Albino Santos de Lima, conhecido como “serial killer de Maceió”, foi condenado a mais 30 anos de prisão pela morte de Mikaele Leite da Silva, assassinada em outubro de 2023, no Vergel do Lago, em Maceió. A sentença foi proferida nesta quarta-feira (7/10), durante julgamento no Fórum da Capital. Com a nova condenação, o total das penas impostas a Albino chega a 234 anos, 2 meses e 13 dias de reclusão, segundo o Ministério Público de Alagoas (MPAL). Ele está preso desde 2024.

Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que Albino teria oferecido R$ 250 para manter relações sexuais com Mikaele. Segundo a acusação, após a recusa da jovem, ele passou a persegui-la até cometer o assassinato. A promotora Adilza de Freitas afirmou que os dois nunca mantiveram um relacionamento amoroso, e a aproximação teria começado por meio de uma live nas redes sociais, quando o réu usava o perfil @guerracomanf e uma imagem do “Arcanjo Miguel”.

A defesa negou a versão da acusação e afirmou que o réu não tinha relação com a vítima. Albino também negou ter cometido o crime e atribuiu a morte a uma suposta ordem do “Arcanjo Miguel”. A defesa chegou a questionar a capacidade mental do réu, mas os jurados rejeitaram a tese de inimputabilidade. Segundo a promotoria, o laudo psiquiátrico apontou que Albino tinha capacidade de compreender o caráter ilícito dos atos.

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Fachin sinaliza continuidade do Inquérito das Fake News no STF após decisão sobre Operação Exfil

Operação Exfil foi deflagrada pela Polícia Federal em abril deste ano, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, para investigar o suposto vazamento de dados do Imposto de Renda de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, sinalizou que deve manter, pelo menos por enquanto, o chamado Inquérito das Fake News, aberto em 2019. A indicação aparece em uma decisão sigilosa relacionada à Petição 15.256, processo que trata da Operação Exfil e que foi analisado pelo ministro no fim da semana passada. As Informações são do Metrópoles.

Operação Exfil foi deflagrada pela Polícia Federal em abril deste ano, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, para investigar o suposto vazamento de dados do Imposto de Renda de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes. A petição relacionada à operação é derivada do Inquérito das Fake News e envolve oito investigados, incluindo servidores da Receita Federal; também foram expedidos mandados de prisão contra duas pessoas

Na decisão, Fachin cita o Inquérito das Fake News e retoma o entendimento de que o artigo 43 do Regimento Interno do STF pode ser aplicado a fatos ocorridos fora da sede física da Corte, inclusive na internet. No início de outubro, o ministro havia afirmado que tinha como meta encerrar o inquérito aberto em 2019, mas a decisão mais recente indica que a investigação deverá continuar ao menos enquanto houver desdobramentos relacionados à Operação Exfil.

Artigo | Eleitoral

TSE julga validade da candidatura de Deltan ao Senado

Deltan obteve 2.904.594 votos (25,14%) no primeiro turno das eleições, realizado no último domingo (04/10), e garantiu a segunda cadeira do estado no Senado.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai julgar nesta quinta-feira (08/10) a validade do registro de candidatura Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná.

Deltan obteve 2.904.594 votos (25,14%) no primeiro turno das eleições, realizado no último domingo (04/10), e garantiu a segunda cadeira do estado no Senado.

 

Ex-procurador da Operação Lava Jato, o candidato foi alvo de ação protocolada pelo PT estadual para contestar sua elegibilidade para concorrer ao pleito.

Em 2023, Deltan teve o mandato de deputado federal cassado pelo TSE. Conforme a decisão, ele pediu exoneração do cargo de procurador para evitar a perda do cargo e o enquadramento na Lei da Ficha Limpa.

O ex-procurador pediu exoneração do Ministério Público Federal (MPF) quando já havia sido condenado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) à pena de censura e de advertência e ainda tinha 15 procedimentos diversos em tramitação contra ele no órgão.

Pela legislação, são inelegíveis, pelo prazo de 8 anos, membros do Ministério Público que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração durante a tramitação de processo disciplinar.

Em setembro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná reconheceu que Deltan está elegível e deferiu o registro de candidatura.

Em seguida, a coligação do PT recorreu ao ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, que suspendeu a campanha de Deltan.

No último sábado (03/10), Floriano determinou o indeferimento do registro de Deltan. 

Contudo, no dia seguinte,  o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, derrubou a decisão e liberou a candidatura.