4 de abril de 2025 / Ano 14
EDITOR CHEFE
DIRETOR DE CONTEÚDO
A decisão, aprovada pela maioria do plenário do CNJ, visa aprimorar a transparência e o controle na nomeação e pagamento desses profissionais.
O relator do caso enfatizou a obrigatoriedade das autorizações, que não podem ser dispensadas pelas empresas de turismo ou pelos responsáveis.
A premiação busca incentivar a articulação entre diferentes setores da sociedade para a promoção da governança fundiária responsável.
A iniciativa acompanha o esforço do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para centralizar e padronizar as comunicações no Judiciário.
Ele substituirá Luiz Fernando Bandeira de Melo no colegiado.
O presidente destacou que a iniciativa busca integrar práticas ambientais responsáveis à rotina do Tribunal, tornando-o mais moderno e eficiente.
Podem concorrer órgãos do Judiciário e autores individuais, desde que as práticas tenham sido implementadas há pelo menos um ano e apresentem resultados concretos.
As práticas devem estar em vigor há pelo menos um ano e comprovar sua eficácia.
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