Ao longo de quatro décadas de atuação, o Instituto Amostragem consolidou métodos estatísticos e incorporou sucessivas inovações tecnológicas para garantir precisão, eficiência e credibilidade às pesquisas de opinião. De acordo com o fundador do instituto, Batista Teles, um dos pontos mais recorrentes de esclarecimento junto aos clientes diz respeito ao tamanho das amostras utilizadas nos levantamentos.
Segundo ele, uma amostra bem planejada é suficiente para representar com fidelidade toda a população pesquisada, não sendo necessário ampliar excessivamente o número de entrevistas. “A partir de determinado ponto, aumentar a amostra gera apenas variações mínimas nos resultados, sem alterar o cenário geral, o que significa custo adicional sem ganho real de precisão”, explica.
Batista relembra que a evolução tecnológica do instituto acompanhou o desenvolvimento da própria estatística aplicada. O processo começou com tabulação manual dos dados, passou pelos primeiros computadores de mesa e avançou com a adoção de softwares estatísticos especializados. Entre eles, destaca-se o uso do SPSS, pacote amplamente utilizado no meio acadêmico e profissional, que permite não apenas a geração de tabelas e gráficos, mas também a realização de testes estatísticos e análises de associação entre variáveis, como sexo, faixa etária e zona urbana ou rural.
Atualmente, o instituto já integra recursos de inteligência artificial à análise de dados, utilizando a tecnologia como ferramenta complementar para interpretar grandes bancos de informações estatísticas. O fundador ressalta, no entanto, que o uso da IA exige cautela, conhecimento técnico e constante verificação dos resultados. “A inteligência artificial auxilia, mas não substitui o rigor estatístico. É preciso saber contextualizar, formular comandos adequados e conferir os dados com base nos resultados processados pelos métodos tradicionais”, destaca.





