Nota | Geral

TJPI fortalece Justiça Restaurativa com participação em encontro nacional de mulheres

A magistrada Maria Luiza de Melo e Freitas ressaltou a importância dos debates e metas estabelecidas durante o evento para a promoção do diálogo e a resolução de conflitos.

Foto: Reprodução/TJPI.

O Tribunal de Justiça do Piauí (TJPI) marcou presença no 1º Encontro Nacional de Mulheres da Justiça Restaurativa, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em Brasília-DF. A participação do TJPI no evento, que reuniu mais de 300 mulheres de todo o Brasil, reforça o compromisso do tribunal com a promoção da Justiça Restaurativa e o fortalecimento do protagonismo feminino no sistema judiciário.

A magistrada Maria Luiza de Mello e Freitas, coordenadora estadual da Justiça Restaurativa do Piauí, e Maria Lila Castro Lopes de Carvalho, secretária-geral executiva do Comitê Gestor da Justiça Restaurativa-COJUR do TJPI, foram convidadas nominalmente pela Coordenação Nacional do evento. Durante a solenidade, Maria Lila Castro Lopes de Carvalho atuou como facilitadora em uma Roda de Conversa com a desembargadora Joanice Maria Guimarães de Jesus, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA).

O evento, que contou com a participação de magistradas, promotoras de justiça e facilitadoras restaurativas de todo o país, teve como objetivo promover o diálogo, a resolução de conflitos e a reparação de danos causados por delitos, crimes e violações de direitos. Além disso, o encontro buscou fortalecer o exercício da cidadania e a restauração de relações sociais, familiares e institucionais.

O presidente do TJPI, desembargador Aderson Nogueira, destacou a relevância do encontro para a evolução da Justiça Restaurativa e para a maior participação de mulheres no Judiciário brasileiro. A magistrada Maria Luiza de Mello e Freitas ressaltou a importância dos debates e metas estabelecidos durante o evento para a promoção do diálogo e a resolução de conflitos.

O encontro foi estruturado em conferências, palestras, rodas de conversa, grupos de trabalho e oficinas temáticas, abordando temas como o papel da mulher na construção de caminhos restaurativos na execução penal, o corpo como instrumento de cura e a importância da sororidade. Ao final do evento, foi elaborada a Carta de Brasília, um documento que estabelece eixos centrais para ações futuras na política nacional da Justiça Restaurativa, com o compromisso de todos os Tribunais Estaduais e Federais em seguir as diretrizes estabelecidas.



Fonte: Tribunal de Justiça do Piauí.