Organizadores de corridas amadoras de rua no Piauí protocolaram notícia de fato junto ao Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio do escritório Angeline Sociedade de Advogados, questionando a cobrança do chamado permit pela Federação Piauiense de Atletismo.
A iniciativa busca representar não apenas as organizações responsáveis pela realização das provas, mas também os corredores amadores, apontando possível cobrança indevida e defendendo maior segurança jurídica, transparência e respeito aos envolvidos na promoção e na prática do esporte amador.
De acordo com os organizadores, a provocação ao Ministério Público foi apresentada de forma técnica e fundamentada, com o objetivo de esclarecer a legalidade da exigência e seus reflexos sobre o atletismo de base no estado.










