A defensora pública geral do Estado do Piauí, Carla Yáscar Bento Feitosa Belchior, participou, na última segunda-feira (26/01), de solenidade realizada no Palácio de Karnak, que contou com a presença da ministra das Mulheres, Márcia Lopes. O evento marcou a entrega do selo “Aqui Tem Mulher Segura” a bares e outros estabelecimentos que aderiram ao protocolo estadual “Ei Mermã, Não se Cale!”, além do anúncio de projetos voltados ao fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres.
Durante a solenidade, foram assinadas a ordem de serviço para a construção da Casa da Mulher Brasileira em Parnaíba e o contrato de repasse para a construção e aquisição de equipamentos do Centro de Referência da Mulher Brasileira de Piripiri. Também foram formalizados o convênio do Projeto Sementes de Luta, que beneficiará mil mulheres negras e indígenas em todo o estado, com investimento de R$ 440 mil, e o Projeto Resistência Negra: Fios da Ancestralidade, que atenderá 300 mulheres de comunidades quilombolas em seis municípios piauienses.
Na ocasião, a ministra Márcia Lopes destacou a urgência na implementação de políticas públicas voltadas à proteção da população feminina e defendeu a celeridade na execução das obras e ações anunciadas, ressaltando a importância do engajamento institucional para o enfrentamento da violência contra as mulheres.

A defensora pública geral do Piauí, Carla Yáscar Belchior, enfatizou a importância de um trabalho conjunto para o combate efetivo à violência contra as mulheres. “Aqui nesta solenidade celebramos o fortalecimento de uma rede de proteção que deve ser robusta e acessível. A construção da Casa da Mulher Brasileira em Parnaíba e o Centro de Referência em Piripiri são passos concretos que nos aproximam do objetivo de um ambiente seguro e acolhedor para nossas mulheres. A Defensoria Pública, como um pilar de proteção e defesa dos direitos fundamentais, tem se empenhado incansavelmente na luta contra a violência de gênero. Nossa missão é garantir que cada mulher, independentemente de sua origem ou condição, tenha acesso à justiça e às ferramentas necessárias para romper o ciclo da violência. É fundamental que as mulheres saibam que não estão sozinhas e que, ao se manifestarem, aumentam suas chances de proteção e sobrevivência”, destacou.










