A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, defendeu o fim do teletrabalho em todas as unidades da Justiça Eleitoral nos estados. e cobrou mais agilidade no cadastramento de eleitores onde ainda há pendências. As declarações foram feitas durante reunião com presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).De acordo com a Folha de S.Paulo, realizada no último dia 10 de fevereiro.
Segundo relatos de participantes, a ministra afirmou que, com o fim da pandemia, não se justifica a manutenção do trabalho remoto. No encontro, ela também apresentou um conjunto de recomendações de conduta para magistrados eleitorais, medidas que são vistas como base para um futuro código de ética no Judiciário — proposta defendida pelo ministro Edson Fachin no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF).
Entre as dez orientações anunciadas estão a publicidade de audiências com partes, advogados, candidatos e partidos políticos, além da vedação à participação de magistrados em eventos com candidatos ou seus representantes. Presidentes de TREs manifestaram apoio público à iniciativa, destacando a busca por maior transparência. Reservadamente, parte dos integrantes avaliou que as novas diretrizes também ampliam o controle sobre membros oriundos da advocacia, que, apesar de restrições na área eleitoral, podem continuar atuando em outras causas durante seus mandatos.









