4 de abril de 2025 / Ano 14
EDITOR CHEFE
DIRETOR DE CONTEÚDO
O julgamento do TJ/RJ poderá criar um precedente sobre a autonomia da arbitragem em contratos com a Administração Pública.
Ao analisar o recurso, o desembargador Luis Carlos de Barros destacou que o acesso indevido a dados privados caracteriza violação à privacidade, gerando dano moral.
A empresa argumentou que a regra estava disponível no local e que a restrição atendia ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A consultoria explorava a vulnerabilidade de aposentados e pensionistas do INSS, um público que já enfrenta dificuldades econômicas e jurídicas.
O caso analisado envolvia a discussão sobre a prescrição da cobrança de aluguéis e encargos locatícios.
A decisão do STJ foi tomada após um banco recorrer de uma penalidade imposta por faltar a uma audiência de conciliação sem justificativa.
Profissionais do setor audiovisual devem estar atentos aos limites da legislação e, sempre que necessário, buscar autorização formal para o uso de conteúdos protegidos.
O objetivo é assegurar proteção e independência financeira às vítimas que dependem economicamente de seus agressores.
© 2023 | BrJus - Todos os direitos reservados